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Cigarro, a morte cilindrica.

26/05/2010

Hoje em casa vi a seguinte reportagem que me deixou muito triste e que mostra que cada vez mais o mundo está podre. Um bebê na Indonésia, com dois anos de idade, fuma 40 cigarros por dia. Enquanto ele brinca na motoca, aproveita para dar uma tragada. Foi o próprio pai quem deu o primeiro cigarro para a criança. Na época, ele tinha 18 meses. A mãe do garoto acredita que ele está viciado. Ela contou ao jornal inglês “The Sun” que, quando não recebe os cigarros, bate a cabeça contra a parede. Já o pai afirma que o filho parece saudável. “Eu não vejo problema”, disse. No país, é comum crianças fumarem. O hábito do garoto custa mais de R$ 10 por dia para a família asiática.

Para vocês entenderem melhor, vamos ver o cigarro na história. O cigarro tem sido utilizado há milhares de anos, em várias formas e com propósitos culturais diferentes. Em algumas sociedades indígenas, faz parte de ritos religiosos e funciona como forma de exercer autoridade. No século XVI, o uso dele foi disseminado na Europa por Jean Nicot. Desde o início do século XVIII, o cigarro passou a ser produzido em escala industrial e foi associado a padrões de vida elevados.

O tabagismo é uma das principais causas de doença e morte, e tem causado uma epidemia de morbidade e mortalidade prematuras, através de seu efeito sobre doenças respiratórias, cardiovasculares e neoplasias. Os fumantes morrem duas vezes mais do que não fumantes. Além disso, o cigarro é responsável por 75% dos casos de enfisema e por 25% dos infartos agudos do miocárdio. É causa importante de doença aterosclerótica e um dos três principais fatores de risco para doença arterial coronária. O fumante passivo tem 3 vezes mais chance, ou seja, 200% a mais de chance de contrair câncer de pulmão e há um risco 9 vezes maior ou 800% a mais de acidente vascular periférico. A mulher, que começa a fumar antes dos 17 anos, pode ter menopausa precoce e o homem tem predisposição à impotência. O tabagismo é provavelmente responsável por mais de 20% dos óbitos por doença arterial coronária em homens com mais de 65 anos e por aproximadamente 45% das mortes nos homens com menos de 65 anos. Nas mulheres o risco é semelhante. Estudos indicam ainda que tabagismo, hipertensão e hipercolesterolêmica contribuem igualmente para a doença arterial coronária.

Outras doenças que podem acometer os “fumantes” são:

Dores nas costas – O fumo é um dos principais fatores que desencadeiam as dores na coluna. Os fumantes inalam substâncias tóxicas que prejudicam a circulação sanguínea do disco intervertebral.

Infertilidade – Nos homens o cigarro reduz a concentração de espermatozóides, diminui a movimentação e provoca alterações na sua estrutura, que podem favorecer o aborto. Já nas mulheres, o cigarro diminui o fluxo de sangue para os ovários, prejudicando a qualidade do óvulo, podendo causar até menopausa antecipada.

Coração – O cigarro facilita a formação de coágulos, o que pode provocar o ataque cardíaco, dependendo do local onde se formar esse coágulo, o fumante pode ter um infarto, um derrame ou apresentar outros tipos de problemas.

Pele – O cigarro diminui o oxigênio para a pele, fazendo com que ela perca o viço, o tônus, reduzindo a renovação celular.

Dentes – O cigarro é inimigo numero um dos dentes. Pode causar desde manchas até câncer labial. A nicotina influencia na pigmentação dos dentes, deixando-os amarelados, além disso, qualquer tipo de fumo, incluindo cigarro, cachimbo e charuto , pode causar câncer nos lábios.

Antes que seu vício se torne fatal, apague este vício que só traz malefícios para você, apague o último cigarro da sua vida.

Vantagens de parar de fumar:

A pressão arterial, a freqüência cardíaca e a temperatura das mãos e pés tendem a voltar ao normal, vinte minutos após a pessoa parar de fumar.

Após 8 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue normaliza e o nível de oxigenação no sangue aumenta.

Após 24 horas, diminui o risco de um ataque cardíaco.

Após 48 horas, as terminações nervosas começam a se regenerar. O olfato e o paladar melhoram.

Após 72 horas, a árvore brônquica torna a respiração mais fácil e a capacidade pulmonar aumenta em até 30%.

Após 2 semanas, a circulação sangüínea aumenta e o caminhar torna-se mais fácil.

De 1 a 9 meses após parar de fumar, diminui a tosse, a congestão nasal, a fadiga e a dispnéia. O movimento ciliar dos brônquios volta ao normal, limpando os pulmões e reduzindo os riscos de infecções respiratórias. Aumenta a capacidade física e a energia corporal.

A seguir o vídeo da reportagem:

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2 Comentários leave one →
  1. 27/05/2010 9:39 AM

    É o fim do mundo. Deus dará um basta nisso tudo.
    Abraço a todos

  2. 04/06/2010 2:12 AM

    Esse bebê fumando dói no coração da gente…
    Por favor.
    Insiram as paginas dos blogs dos seus colegas (no menu Links) no blog do grupo. O endereco voces podem pegar no blog da disciplina, no widget “Blogs da Disciplina”.
    Abraços

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